Seminário Internacional MEPES

Seminário Internacional MEPES

16 a 19 de Outubro
Centro de Formação e Reflexão
Fazenda Boa Vista – Cidade de Piúma ES – Brasil

Tema:
REDES DE COOPERAÇÕES EMANCIPATÓRIAS NA FORMAÇÃO INTEGRAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

O MEPES – Movimento de Educação Promocional do Espírito Santo tem a grata satisfação de convidar você para participar do seminário Internacional em comemoração aos 50 anos de sua fundação.

+ Informações em
http://mepes.org.br/seminario-int-2018

 

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Obra de Banksy se desfaz após ser leiloada

Originalmente um grafite pintado num muro de Londres, obra “Girl With Balloon” é uma das mais conhecidas de Banksy

Momentos depois de ser arrematada por 1 milhão de libras na Sotheby’s, versão em tela de famoso grafite do artista britânico se faz em tiras ao passar por triturador de papel escondido na moldura.

Uma famosa obra do artista britânico Banksy, cuja verdadeira identidade é desconhecida, se desfez momentos depois de ser leiloada por 1,04 milhão de libras esterlinas (cerca de 5,2 milhões de reais) na casa de leilões Sotheby’s, em Londres, nesta sexta-feira (06/10).

O próprio artista divulgou em sua conta oficial no Instagram uma foto do momento em que a obra Girl With Balloon se fez em tiras ao passar por um triturador de papel escondido na parte inferior da moldura, após o toque de um alarme.

“Going, going, gone”, escreveu como legenda da foto, em referências às palavras em inglês que o leiloeiro pronuncia quando um comprador arremata uma peça – equivalente a “dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três”.

“Parece que acabamos de ser ‘banksyficados'”, disse o diretor de arte europeia contemporânea da Sotheby’s, Alex Branczik, após o leilão, conforme é possível ouvir em vídeos divulgados nas redes sociais, os quais também mostram a reação de surpresa dos presentes.

A pintura em spray que se desfez, de 2006, retratava uma menina tentando alcançar um balão vermelho em forma de coração. Tratava-se de uma versão em tela de um grafite feito numa rua de Londres. A obra foi reproduzida inúmeras vezes e, em 2017, foi escolhida como a favorita dos britânicos.

A obra foi arrematada por um valor mais de três vezes superior ao estimado antes do leilão, equivalendo ao valor recorde já pago por uma obra do artista. A Sotheby’s disse estar discutindo os próximos passos com o comprador. Alguns observadores do mercado de arte sugeriram que o trabalho poderia valer ainda mais após triturado.

Original de Bristol, na Inglaterra, Banksy ficou famoso pelos grafites que pintou em diversas partes do mundo, de Londres à Palestina. Hoje, ele é um dos artistas mais conhecidos do mundo. Além da garota com o balão em formato de coração, suas imagens, muitas vezes satíricas, incluem dois policiais se beijando e um chimpanzé com uma placa com os dizeres: “Ria agora, mas um dia eu estarei no comando”.

LPF/efe/ap

Fonte: https://www.dw.com

A estranha doença de quem é abalado por obras de arte

A Basílica de Santa Cruz, em Florença, fez o escritor francês Stendhal ter alucinações e passar mal: nascia aí a Síndrome de Stendhal, ou hiperculturemia. Trata-se de uma doença psicossomática, uma reação que pode ocorrer com alguns indivíduos quando são expostos a muitas obras de arte de valor fora do comum.

O escritor francês Stendhal, pseudônimo de Henri-Marie Beyle (1783-1842), ficou tão impressionado com a Basílica de Santa Cruz, em Florença, que teve alucinações e passou mal.

Ele foi especialmente tocado pelos afrescos do renascentista Giotto di Bondone (1276-1337). E também se comoveu com os túmulos de importantes vultos históricos, cujos restos mortais estão no interior da igreja – Michelangelo Buonarrotti (1475-1564), Niccolò Machiavelli (1469-1527), Galileu Galilei (1564-1642), entre outros.

Em seu livro Roma, Nápoles e Florença, publicado em 1817, ele escreveu: “Eu caí numa espécie de êxtase ao pensar na ideia de estar em Florença, próximo aos grandes homens cujos túmulos eu tinha visto. Absorto na contemplação da beleza sublime… Cheguei ao ponto em que uma pessoa enfrenta sensações celestiais… Tudo falava tão vividamente à minha alma… Ah, se eu tão-somente pudesse esquecer. Eu senti palpitações no coração, o que em Berlim chamam de ‘nervos’. A vida foi sugada de mim. Eu caminhava com medo de cair.”

Nascia aí a Síndrome de Stendhal. Ou hiperculturemia. Ou Síndrome de Florença. Trata-se de uma doença psicossomática, uma reação que pode ocorrer com alguns indivíduos quando são expostos a muitas obras de arte de valor fora do comum. Entre os sintomas relatados estão vertigens, taquicardia, desmaio, confusão mental e alucinações.

Desde Stendhal, centenas de visitantes declaram sentir os mesmos sintomas. Mas a síndrome só foi descrita cientificamente em 1979, pela psiquiatra e psicanalista italiana Graziella Magherini, autora do livro La sindrome di Stendhal. Il malessere del viaggiatore di fronte alla grandezza dell’arte (A Síndrome de Stendhal: o Mal-Estar do Viajante Diante da Grandeza da Arte, em tradução livre).

Conforme ela explica no livro, a importância do episódio vivido por Stendhal “deve-se ao fato de que a história dessas emoções assume um valor simbólico, extensível a uma analogia gigante em diferentes contextos e tempos em que, no entanto, o elemento é a presença do sujeito em um lugar de arte”.

Magherini ressalta que isso acontece porque a viagem pela arte “pode ser considerada uma jornada da alma”, algo “capaz de despertar um enredo de emoções e sentimentos que, obviamente, nem todos conseguem administrar”.

Estatisticamente, segundo a pesquisadora, 87% dos casos foram vivenciados por pessoas que viajavam sozinhas. E os sintomas sempre foram vistos em lugares especialmente carregados de arte e história – segundo ela, são locais onde “o indivíduo enfrenta um importante teste para sua própria identidade”.

De acordo com a teoria, a vontade de viajar está entre os desejos mais primitivos do ser humano. Contudo, a vulnerabilidade vem justamente durante a jornada, já que a identidade de cada viajante acaba o tempo todo oscilando entre perda e reconstrução. Viajar, para Magherini, é viver superando a própria fonte de enriquecimento cultural, ao mesmo tempo em que se encara o preço de uma desorganização momentânea do campo mental.

 

EXPLICAÇÕES

Especialista em cinesiologia psicológica, psicodrama e psicologia transpessoal, a psicóloga e psicoterapeuta Vanessa Ferreira Franco acredita que a síndrome é a consequência da mescla de dois fatores em pessoas sensíveis: o universo artístico e o estrangeirismo.

“É inevitável que em um lugar onde há uma grande invocação da arte e da arte sacra que simpatizantes ‘peregrinos da arte’ estejam sujeitos a reagir de forma expressiva a obras de tamanha magnitude e beleza. Por conta disso, é natural que o corpo se expresse na forma de sintomas como uma maneira de manifestar sua resposta em correspondência a tal invocação”, analisa ela.

“A síndrome acomete especialmente simpatizantes sensíveis à arte e turistas. Acredito que a soma dos fatores ‘universo artístico’ e o ‘estrangeirismo”, se assim posso colocar, por si só já abre um campo favorável e disponível para que manifestações psicossomáticas dessa ordem possam ocorrer. O simples fato de você se colocar em um território desconhecido ao seu, e de já possuir uma certa sensibilidade a expressão da arte, já o coloca em um espaço psíquico predisposto a tais reações e respostas no corpo dessa natureza. E isso, do meu ponto de vista, já é digno de consideração e legitimidade.”

Em artigo sobre o assunto, o professor de medicina Hayk Arakelyan, pesquisador da Universidade de Yerevan, na Armênia, ressaltou que a síndrome pode ser experimentada por qualquer pessoa “sobrecarregada por obras-primas artísticas”, embora sejam mais suscetíveis aqueles que visitam Florença.

“Os sintomas são ansiedade, taquicardia, palpitações cardíacas, tontura, desorientação, perda de identidade, exaustão física, desmaios, confusão, ataques de pânico temporários, ataques de loucura que duram dois ou três dias e alucinações”, escreveu ele. “A síndrome de Stendhal é uma doença psicossomática rara, que ocorre mais comumente em turistas que criaram sintomas de estresse tentando ver e fazer demais durante uma visita a uma cidade famosa por seus museus, galerias de arte e marcos históricos.”

Se começar a passar mal em um contexto desses, os especialistas são unânimes: vá para o hotel e desanuvie, descanse, deixe para prosseguir a imersão cultural no outro dia – respire bem entre uma obra de arte e outra.

Apesar de a síndrome já ter ganho documentação em publicações especializadas, ela não aparece entre as doenças listadas e cadastradas pela American Psychiatric Association DSM – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. “São convenções onde se estipula os distúrbios que são categorizáveis. Mesmo não estando listada, isso não invalida a experiência. Cabe sempre o convite à compreensão de que isso é uma experiência anômala, mas possível”, explica o psicólogo Renato Belin Castellucci, especializado em experiências de transcendência.

RAZÃO E SENSIBILIDADE

Para a especialista, o motivo pelo qual algumas pessoas são acometidas pela síndrome – enquanto a grande maioria passa incólume – está numa predisposição à abertura e numa grande sensibilidade individual. “São muitos os relatos de pessoas que abriram canais de percepção mais elevados ao entrarem, via sensibilidade e abertura predisposta, em comunhão com obras de tamanha grandeza”, diz.

O psicólogo Castellucci acredita que o contato com obras carregadas de simbologia, dado o arcabouço histórico de um lugar como Florença, favorece esse tipo de efeito. “São obras que nos remetem a um outro estado de consciência”, diz. “Geralmente, os acometidos pela dita síndrome de Stendhal são pessoas com nível cultural mais alto e elevado grau de sensibilização para essa questão estética.”

Em linhas gerais, ele avalia os sintomas como positivos. “É um processo positivo, de integração. O indivíduo permite-se reconhecer outra esfera do seu ser, outro ponto de vista da realidade”, comenta. “Esta síndrome me parece uma coisa bonita, bem interessante.”

De acordo com o psicólogo, a explicação para o fenômeno estaria num certo desconcerto individual perante à beleza. “Filosoficamente falando, o ego é o nosso senso de personalidade. Ele tem uma determinada estrutura – e isto não deixa de ser uma zona de conforto para nossas experiências, para nossas relações com o mundo”, complementa.

“Ao mesmo tempo, ele nos limita de certa forma. Vejo esse fenômeno como a possibilidade algo contemplativo. O contato com a beleza, com algo que remete a muita coisa maior do que a nossa estrutura comporta, faz com que o indivíduo saia da zona da normalidade.”

Para ele, os que passam por experiências fortes assim geralmente podem mesmo sentir sensações de pânico ou medo. “Mas é só uma transcendência”, resume.

A síndrome de Stendhal já rendeu até filme de terror. Em 1996, o roteirista e diretor italiano Dario Argento lançou ‘La Sindrome di Stendhal’, a história de um serial killer que sequestra uma mulher no momento em que ela é acometida pelas sensações do fenômeno em um museu. Em Florença, é claro.

Fonte: www.metrojornal.com.br

Google (…) é uma extensão literal da nossa mente

NIEMAN LAB
09.set.2018 (domingo) – 4h30

Por Benjamin Curtis*

Estamos perdendo nossas mentes para o Google. Depois de 20 anos, os produtos do Google se integraram em nossa vida cotidiana, alterando a própria estrutura de nossa arquitetura cognitiva, e como consequência nossas mentes expandiram-se para o ciberespaço. Isso não é ficção científica, mas uma implicação do que é conhecido como a “tese da mente estendida”, uma visão amplamente aceita na filosofia, psicologia e neurociência.

Não se enganem sobre isso: esta é uma mudança sísmica na psicologia humana, provavelmente a maior que já tivemos que enfrentar, e que está ocorrendo com uma rapidez de tirar o fôlego –o Google, afinal, completa apenas 20 anos de idade neste mês. Mas, embora essa mudança tenha algumas boas conseqüências, há algumas questões profundamente preocupantes que precisamos urgentemente enfrentar.

Grande parte da minha pesquisa abrange questões relacionadas à identidade pessoal, mente, neurociência e ética. E, a meu ver, à medida que aceitamos os recursos “personalizados” pela inteligência artificial do Google, cedemos cada vez mais nosso espaço cognitivo pessoal ao Google, e assim tanto a privacidade mental quanto a capacidade de pensar livremente são corrompidas. Além disso, começam a surgir evidências de que pode haver uma ligação entre o uso da tecnologia e problemas de saúde mental. Em outras palavras, não está claro que nossas mentes possam suportar o peso da extensão virtual. Talvez estejamos mesmo próximos do ponto de ruptura.

“Onde a mente pára e o resto do mundo começa?”

Essa foi a questão levantada em 1998 (coincidentemente o mesmo ano em que o Google foi lançado) por dois filósofos e cientistas cognitivos, Andy Clark e David Chalmers, em um artigo de jornal agora famoso, The Extended Mind. Antes de seu trabalho, a resposta padrão entre os cientistas era dizer que a mente parou nos limites da pele e do crânio (em resumo, os limites do cérebro e do sistema nervoso).

Mas Clark e Chalmers propuseram uma resposta mais radical. Eles argumentaram que, quando integramos coisas do ambiente externo em nossos processos de pensamento, essas coisas externas desempenham o mesmo papel cognitivo que nossos cérebros. Como resultado, eles são tão parte de nossas mentes quanto neurônios e sinapses. A discussão de Clark e Chalmers produziu debate, mas muitos outros especialistas na mente concordaram desde então.

NOSSAS MENTES ESTÃO LIGADAS AO GOOGLE

Clark e Chalmers estavam escrevendo antes do advento dos smartphones e da Internet 4G, e seus exemplos ilustrativos eram um tanto fantasiosos. Eles envolviam, por exemplo, um homem que integrava um notebook em sua vida cotidiana que servia como memória externa. Mas, como os trabalhos recentes deixaram claro, a tese da mente ampliada tem relação direta com nossa obsessão por smartphones e outros dispositivos conectados à web.

Cada vez mais nós estamos presos em smartphones desde a manhã até a noite. Usar os serviços do Google (mecanismo de pesquisa, calendário, mapas, documentos, assistente de fotos e assim por diante) tornou-se uma segunda natureza. Nossa integração cognitiva com o Google é uma realidade. Nossas mentes literalmente mentem em parte nos servidores do Google.

Mas isso importa? Importa. Por duas razões principais.

Primeiro, o Google não é uma mera ferramenta cognitiva passiva. As últimas atualizações do Google, alimentadas por inteligência artificial e machine learning, todas envolvem sugestões. O Google Maps não apenas nos informa como chegar aonde queremos ir (a pé, de carro ou de transporte público), mas agora nos oferece sugestões de local personalizadas que acha que nos interessam.

Google Assistente, sempre a apenas duas palavras de distância (“Ei, Google”), agora não apenas nos fornece informações rápidas, mas pode até mesmo marcar compromissos para nós e fazer reservas em restaurantes.

O Gmail agora faz sugestões sobre o que queremos digitar. E o Google Notícias empurra histórias que acha que são pessoalmente relevantes para nós. Porém, tudo isso elimina a necessidade de pensar e tomar decisões por nós mesmos. O Google –mais uma vez enfatizo, literalmente– preenche as lacunas em nossos processos cognitivos e preenche lacunas em nossas mentes. E assim a privacidade mental e a capacidade de pensar livremente são ambas corroídas.

VÍCIO OU INTEGRAÇÃO?

Segundo, não parece bom para nossas mentes se espalhar pela internet. Um motivo de preocupação crescente é o chamado “vício em smartphones”, que já não é um problema incomum. De acordo com relatos recentes, o usuário médio de smartphones do Reino Unido verifica seu telefone a cada 12 minutos. Há toda uma série de efeitos psicológicos ruins que isso pode acarretar e que estamos apenas começando a observar, sendo a depressão e a ansiedade os dois mais proeminentes.

Mas a palavra “vício” aqui, na minha opinião, é apenas outra palavra para a integração que mencionei acima. A razão pela qual tantos de nós achamos tão difícil não pegar em nossos smartphones, para mim, é que integramos seu uso nos processos cognitivos diários. Nós literalmente pensamos ao usá-los e, por isso, não é de admirar que seja difícil parar. Ter o smartphone de alguém repentinamente retirado é como uma lobotomia. Em vez disso, para romper o vício/integração e recuperar nossa saúde mental, precisamos aprender a pensar
de maneira diferente e a reivindicar nossas mentes.

*Benjamin Curtis é professor de filosofia e ética na Universidade de Nottingham Trent. Este artigo foi originalmente publicado no The Conversation.
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O texto foi traduzido por Victor Schneider. Leia o texto original em inglês.
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Poder360 tem uma parceria com duas divisões da Fundação Nieman, de Harvard: o Nieman Journalism Lab e o Nieman Reports. O acordo consiste em traduzir para português os textos do Nieman Journalism Lab e do Nieman Reports e publicar esse material no Poder360. Para ter acesso a todas as traduções já publicadas, clique aqui.

Fonte: https://www.poder360.com.br

Oficina “A Mágica de Contar Histórias” com Rodrigo Campaneli

Oficina “A Mágica de Contar Histórias” com Rodrigo Campaneli
Olá! Depois de um período de apresentações o Grupo Vira-Lata de Teatro no mês de setembro vai oferecer nossa primeira oficina de Contação de História. Não fique de fora! Venha participar e aprender mais sobre esse universo mágico, lúdico e realista de contar histórias.
OBJETIVO: 

Mostrar técnicas e recursos para encantar ouvintes de todas as idades. Finalizando com laboratório onde os participantes podem vivenciar a arte de contar histórias.

– Técnicas para contar histórias
– Recursos para contar histórias
– Escolha do repertório
– Laboratório de histórias

#Dia 22 de setembro de 2018 (sábado)
das 14 às 17:30 horas

Link para inscrição: https://goo.gl/forms/hskLokhBhq1OEBPC2

4ª Bienal do Graffiti – SP

Dezenas de murais, pinturas, esculturas e instalações transformarão o Memorial em uma enorme galeria, levando uma experiência única ao público que irá desfrutar de diferentes estilos, técnicas e conhecer a história dessa cultura. Serão artistas inéditos da cidade de São Paulo, 20 representantes de outros estados e cerca de 10 nomes internacionais na 4ª edição da Bienal do Graffiti.

O evento também contará com diversas atividades de entretenimento como um lounge inspirador, pátio de multifuncional, mostra de vídeos educativos, mesa de diálogo, oficinas, performances e muitas outras surpresas para os criativos e amantes da arte urbana.

Toda a curadoria da Graffiti Fine Art é de Binho Ribeiro, que faz graffiti desde 1984, pioneiro do movimento no Brasil. Ele conta que a curadoria acontece durante o período entre as bienais e que analisa os representantes de diferentes estilos e escolas, tendo como critério o nível técnico, conceitual e a história do artista como grande representante de sua região. Entre os confirmados estão: Antisa, Erny (NYC), Ceet (França), Atomik (Miami), Moh (Ghana), Alex Senna, Mari Pavanello, Obed, Apolo Torres, Kueia, Tito Ferrara, Chivitz, Ananda Nahu, entre outros.

Foram cerca de 60 mil visitantes nas três versões anteriores da Bienal, mas Binho acredita que o fácil acesso ao Memorial da América Latina levará por volta de 200 mil pessoas. A primeira GFA aconteceu no MUBE e logo beio a Bienal. Alí Binho e a Diretora Renata Junqueira criaram um formato onde a arte de rua possa estar dentro do museu sem perder suas características e ao mesmo tempo questionar o conceito do FINE ART sob a visão dos artista de cada época.

Fonte: https://zupi.co/