Dia da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha!

Embora os grandes veículos de comunicação, o poder executivo, legislativo e judiciário insistam em negar, 53% da população brasileira é negra. É importante reconhecer que, ao longo dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, avanços consideráveis foram feitos, como  a obrigatoriedade do Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e africana (Lei 10.639/03), o Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/2010) e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (Lei nº 12.987/2014).
Segundo Fabiana Yuka, o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha foi definido como 25 de julho durante a realização do 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, em 1992, e também foi criada a Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenha. A potência do dia 25 de julho se tornou um mês de reflexões sobre mulheridades Negras marcada pela #JulhoDasPretas nas redes sociais e tem sua expressão máxima no Festival Latinidades, em Brasília, desde 2007.
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